Imprensa
Portal Visto Livre
O site Visto Livre é um dos mais conceituados de jornalismo musical. No ar desde 2007, por falar de todos os gêneros musicais conquistaram seu grande espaço na mídia. Tivemos a honra de ser comtemplados e entrevistados por eles.

Entrevista na integra:
Visto Livre: Como foi feito o repertório?
Guinho Alves: O nosso repertorio foi feito dentro de um planejamento muito louco. Nós ouvimos de tudo! Do brega ao pop, do rock pesado ao samba. Maior loucura (risos)! O que nós queríamos na verdade, era alcançar o público de um modo geral. Queríamos fazer um trabalho sem rótulos onde todos pudessem ouvir e se identificar com o nosso som, das letras aos arranjos. Não importa. Gostamos muito de misturar coisas novas com antigas. Toda a qualidade musical foi crescendo e as idéias se encontrando a cada música criada.
Visto Livre: Todos fazem música?
Edmilson Braga: A maioria das músicas da banda é composta pelo Fagner, mas também tenho algumas composições. A base foi montada pela banda e eu fiz os arranjos.
Visto Livre: Nova formação, novos horizontes…
Fagner Carvalho: Com certeza durante esse tempo que estivemos em estúdio e tocando por este Rio de Janeiro a fora, começamos a ver o mercado fonográfico com outros olhos. Passamos a ouvir quem já estava mais tempos na música a fim de aprender cada vez mais sobre este vasto universo. Por isso montamos a nossa equipe e acrescentamos mais três excelentes músicos na banda – Cristiano Guga (guitarra) e Niel Phanta (baixo), têm também o nosso músico de apoio Flávio Carvalho (guitarra-base e violão). Com a chegada deles hoje a Conttemporanea não é mais um trio carioca e sim um sexteto e ainda contamos com, assessoria de imprensa, produtores e empresários.
Visto Livre: Vejo que vocês vêm realizando, vários, shows.
Fagner Carvalho: Muitas vezes o músico esquece-se de pensar que um profissional como outro qualquer que paga contas, sustenta a família, enfrenta fila de banco e etc. e tal. É preciso ver o grupo com um olhar empresarial e todo o profissionalismo é pouco. Existem milhares de bandas ‘ótimas’ espalhadas pela rede (internet), que são frutos desta democracia contemporânea que o mundo virtual proporciona e podemos dizer que a Conttemporanea é fruto desta modernidade. A internet tem sido um dos nossos maiores meios de comunicação e divulgação. É muito fácil fazer um clipe e fazer site. Basta ter um bom computador e estudar. O profissionalismo será sempre um detalhe a mais para um conjunto se destacar no mercado, já que atualmente está tudo mais fácil.
Visto Livre: Shows beneficentes?
Fagner Carvalho: Resolvemos fazer a diferença. A Conttemporanea, hoje, toca por alimentos. Abraçamos um propósito diferente e ousado neste disco que é ajudar aqueles que realmente precisam. Fazemos shows beneficentes ajudando instituições carentes para dependentes químicos. Tocamos em comunidades onde nenhuma banda de nome ousaria tocar. Vimos com nossos próprios olhos o estrago que a droga faz e o resultado de uma sociedade falida onde só o povo sofre as conseqüências. Por ser hoje quase uma coisa normal entre os jovens sabemos que o vicio é maldito e mata. Não basta falar, somente, é preciso fazer alguma coisa para ajudar quem já esta dentro desta dependência e não consegue sair. Por isso a Conttemporanea ajuda as instituições carentes que não tem “grana” para se manter e que estão esquecidas e sem apoio. Temos a certeza à caminhada é longa e árdua, sabemos que ainda é pouco o que estamos fazendo, não estamos de braços cruzados e não pretendemos parar por aqui. Temos projetos futuros voltados para várias entidades carentes como, orfanatos e o hospital do câncer. Estamos tentando mudar alguma coisa e sabemos da importância que a cultura exerce no país. A música é “vida” e “vida” é “arte” não se pode construir um país com uma “arte destruída”. Vivemos e morremos todos os dias em pensamentos fúteis. Pessoas tentam encontrar a solução para seus problemas se escondendo atrás de outros problemas, como se preenche o vazio que existe? Alguns não sabem que as respostas estão sempre perto e não querem ver a verdade de ante dos olhos. Sei que você vai entender muito mais sobre estas questões nas mensagens do nosso disco. A nossa arte é para mudar vidas doentes e torná-las sadias!
Visto Livre: Disco novo.
Fagner Carvalho: O que também veio à tona foi o lado espiritual do grupo que sempre expôs de uma maneira poética e inteligente sem apelações e com o lado cristão, pois falamos de Deus, amor, fé e socialismo em nossas músicas de uma maneira diferente – usamos a poesia. Acrescentamos no nosso disco três músicas que fazem adoração a Deus elevando a mensagem de positividade, fé, amor e esperança nos lugares em que passamos e foi com este pensamento que também chegamos à conclusão que somente a fama, glamour e sucesso não teria sentido se não vivêssemos aquilo que falamos nas músicas.
Postado por: Leisa Ribeiro
Fonte: Visto Livre
Link da entrevista:
http://www.vistolivre.com/site/noticia/conttemporanea_e_sem_preconceito_musical/886
Super gospel
O portal Super Gospel colocou uma matéria falando do lançamento do nosso disco e tivemos a honra de ser classificados como (Pop Rock Criativo). O portal Super Gospel é um dos maiores sites evangélico da internet. Vencedor de dois Troféus Talentos e tem aproximadamente 20.000 acessos diários, desde já queremos agradecer ao Douglas pela força…
Link da reportagem:
http://www.supergospel.com.br/lancamento_conttemporanea-contemporanea_1673.html

Entrevista ao blog do jornalista e crítico musical Elias Nogueira

Notas dadas pelor “Critico musical e jornalista Elias Nogueira”
Ele é jornalista há milhões de anos, trabalha com jornalismo cultural – em especial o musical – e colabora com veículos como o International Magazine, portal Jovem Guarda e o Jornal das gravadoras e já esteve por trás do trabalho de grupos como Vid & Sangue Azul, Detonaltas, Estéreo Mogre, Piu Piu & Sua Banda e Martha V. E boa parte da produção dele, em entrevistas, resenhas, matérias, etc, ele agora resolveu colocar num blog, o Aumenta o Som. E nós tivemos a honra de sermos notados por ele.
O que é que a baixada tem? Muito rock!
Eles são da Baixada Fluminense e mostram que o lugar não produz somente samba e funk, mas tem o bom e moderno rock. É assim a banda Conttemporanea formada pelos cariocas Edmilson Braga (produtor musical, tecladista e vocal), Guinho Alves (baterista) e Fagner Santos (voz) conseguiram com dois anos de estrada mostrar sua música com competência, inovação, energia e feeling.
Cada componente depois de doze anos fazendo parte do segmento musical profissional no Rio de Janeiro mostra os frutos que renderam durante esse período. Eles amadureceram profissionalmente e agora tem um compromisso dobrado com a música que é levada ao público fiel que se expande pela Cidade Maravilhosa.
Em seu primeiro trabalho oficial, a banda deixou de lado tudo aquilo que se define como preconceito musical e descobriram novas coisas em cada instante que se reuniam para elaborar alguma coisa no estúdio. Com sons eletrônicos, ritmos brasileiros, guitarras pesadas e loops criaram músicas bem elaboradas, radiofônicas e dançantes encerrando a fase da busca de ser uma banda de pop rock com a cara brasileira. Isso foi possível porque Edmilson, Guinho e Fagner mesclaram grooves de rock com o swing do samba, além de explorar muito bem as baladas e uma linguagem popular.
Resumindo: A proposta da Conttemporanea é apresentar ao mercado fonográfico uma banda bem diferente em termos de estilo e conceito.
Em primeira entrevista concedida com exclusividade a Elias Nogueira, a Conttemporanea que tem os componentes bastante requisitados no meio, Edmilson possui no currículo várias gravações e arranjos com a Banda Brasil e Seu Jorge no disco América Brasil. Guinho e Fagner passaram por inúmeras bandas e a Banda Brasil, que os projetaram na música desde então. Acompanhe um papo com Fagner, Edmilson e Guinho.
- Estudaram música?
Edmilson Braga
- Todos nós estudamos música. O Fagner sofreu um pouco por que é canhoto, mas estudou teclado e educou sua voz cantando em coral. Tanto eu quanto Guinho, temos boas noções de cifras e partituras.
- O Grupo é um power trio. Como se reuniram?
Fagner Carvalho
- Estamos á doze anos na música. Aliás, o grupo tem três anos de vida, mas a gente já vem trabalhando há muito tempo. Cada qual com suas qualidades pessoais. Guinho por exemplo: Tira um som de peso e ao mesmo tempo não perde o jeito malandro do swing Brasileiro. Ele é um rato de estúdio! Sabe tudo de timbragem, som, agudos, médios, graves, grava fácil e rápido é ótimo e econômico. O que é mais legal é sem duvida as suas improvisações. Um dos melhores bateristas que já vi tocando. Eu graças a Deus consigo alcançar alguns tons de voz bem autos devido à experiência em bandas de metal. Também posso introduzir diferente timbres de voz em uma só musica. Ganhei alguns festivais na minha região e comecei a me envolver com música muito cedo. Hoje me sinto muito amadurecido musicalmente dentro da Conttemporanea. O Edmilson é multiinstrumentista e um excelente produtor, às vezes é, até, difícil definir qual o seu instrumento principal de trabalho. Conhecedor de várias técnicas de áudio, som e mixagen, têm muita bagagem. Está á doze anos na musica é também produtor musical de alguns cantores e bandas, trabalho como tecladista e vocal de Seu Jorge.
- Como se conheceram?
Fagner Carvalho
- Edmilson e Guinho já tocavam juntos há muito tempo em outras bandas e faziam participações de gravações em vários estúdios. Eu estava saindo de uma banda que estava parada. Foi aí que meu primo me deu o telefone do Edmilson e no mesmo dia numa madrugada de sexta-feira liguei para ele e ficamos conversando sobre música um bom tempo. Ele viu que as nossas idéias se encaixavam. Guinho morava perto de minha casa e já tinha me visto cantar em alguns lugares e aprovou. Daí nasceu a Conttemporanea. Ressurgimos das cinzas! Gostávamos de dizer que era uma nova batalha em nossas carreiras que inspirou até a musica “Revanche” depois de varias metamorfoses fechamos o trio e estamos aí, na batalha até hoje.
- Fale-me das influências da banda.
Guinho Alves
- Os sons do trio se enquadram na fusão de estilos e ritmos brasileiros. Gostamos de muito de bandas internacionais, podemos citar entre elas Beatles, U2, Pink Floyd, Mana, Phil Collins entre outros. Das bandas brasileiras, gostamos muito do Jota Quest, Los Hermanos, Oficina G3, mas nosso som é mesmo Conttemporanea (risos).
- Antes de formarem o grupo vocês já trabalhavam com música?
Edmilson Braga
- Antes da Conttemporanea já trabalhava com música, e ainda trabalho sou produtor musical, mas antes da música já fiz de tudo um pouco, já fui segurança, balconista, estoquista… Outras que nem lembro mais, só sei que já ralei muito!
Fagner Carvalho
- Já trabalhei com música, mas nunca vivi da música, infelizmente! Mais agora pretendo ter este prazer.
Guinho Alves
- Sempre trabalhei com música mais já ralei muito também assim como qualquer músico no Brasil.
- Como foi feito o repertório?
Guinho Alves
- O nosso repertorio foi feito dentro de um planejamento muito louco. Nós ouvimos de tudo! Do brega ao pop, do rock pesado ao samba.
Maior loucura (risos)! O que nós queríamos na verdade, era alcançar o público de um modo geral. Queríamos fazer um trabalho sem rótulos onde todos pudessem ouvir e se identificar com o nosso som, das letras aos arranjos. Não importa. Gostamos muito de misturar coisas novas com antigas. Toda a qualidade musical foi crescendo e as idéias se encontrando a cada música criada.
- Todos fazem música?
Edmilson Braga
- A maioria das músicas da banda é composta pelo Fagner, mas também tenho algumas composições.
- Os arranjos? Quem faz?
Guinho Alves
- A base foi montada pela banda, mas os arranjos foram criados pelo Edmilson.
- O que esperar da Conttemporanea?
Fagner Carvalho
- Muito trabalho, muito som, swing, guitarras, grovers. Muito mais eletroacústico. Conttemporanea é isso. Vamos fazer críticas sociais construtivas nas letras para quem sabe mudar alguma coisa neste país. Vamos falar de amor, fé e de coisas do nosso cotidiano. Esperamos nos superar a cada show e a cada disco, vamos vestir a camisa e levar a responsabilidade do nome Conttemporanea, não gostamos de mesmices como já demonstramos nos shows, á galera pode esperar a cada show uma coisa diferente, somos amantes da música e fazemos aquilo que gostamos com muito prazer. Queremos fazer com que a banda de uma nova cara ao pop brasileiro. Aqui ou lá fora ou aonde for.
- Tem um componente que é multiinstrumentista. No show, quem faz os outros instrumentos?
Edmilson Braga
- Sim! Eu (risos). No disco tive a oportunidade de gravar os teclados, violões, baixos e guitarras. É mole? No show faço teclados, em outras músicas como “Conttemporanea” e “É com você”, por exemplo, toco os violões. Basicamente é isso. No palco usamos mais alguns músicos, mas somos nós três que fazemos o show. Também usamos alguns segredos de MD e mixagens pela influência eletrônica que têm algumas músicas que deixam o show muito mais interessante e psicodélico.
- Como vocês descobriram o som psicodélico? Vocês já escutaram alguma banda psicodélica?
Fagner Carvalho
- Acho que fazer um som psicodélico é quando você tem bons músicos um bom produtor e um bom Dj. Você faz um fusion, entra no jazz e termina no samba, passa pelo funk pelo rock e termina no dance, É uma mistura bem brasileira, sem preconceito. Mais o difícil hoje é fazer tudo isso com os padrões de mercado. Acho que loucura e ousadia são tudo na musica mais na dose certa. Se você perceber não mudou muito tudo foi reciclado e adaptado aos dias de hoje. Existem bandas antigas que usavam sons diferentes que é o que podemos definir como psicodélicos e fazem sucesso até hoje. Como: A – Ha, Mr. Big, Beatles, Pink Floyd… Nossa! Os caras eram muito loucos. (risos), não tem como não se inspirar neles, hoje no Brasil temos Arnaldo Antunes, Jota Quest, Lulu Santos e etc. Você pega todas essas influências e coloca no liquidificador mistura e depois vê no que vai dar. Isso que pra nós é psicodélico. http://www.myspace.com/conttemporanea
Conttemporanea e sem preconceito musical
Por Elias Nogueira
Um dia, desses, fui conferir o show pré-lançamento do primeiro disco da banda Conttemporanea. Evento beneficente apara ajudar o Centro de Recuperação para dependentes químicos – Casa do Meu Pai – aconteceu no Teatro Armando Gonzaga, na Zona Norte do Rio de Janeiro no bairro de Marechal Hermes no final do mês de abril. Na realidade, eu conheço o grupo desde o início de careira quando começaram a gravar o disco, mas esta foi à oportunidade que tive de vê-los ao vivo. Lembrei-me de bons tempos em que a Zona Norte era o celeiro de bandas de rock que fluíram para o sucesso e muitas se tornaram lendárias.
Lembro-me, muito bem, de um show, no final dos 70s quando presenciei no Méier – Clube Mackenzie – duas bandas O Terço e Os Mutantes – grupos marcados pelo som que faziam e que são definitivas quando o assunto é Rock Brasil. O show da Conttemporanea remeteu-me ao passado contemporâneo. Um grupo que canta a paz e o amor – assunto muito importante nesses tempos violentos.
O grupo tem excelentes músicos – Edmilson Braga (produtor musical, tecladista e vocal), Guinho Alves (bateria) e Fagner Santos (voz) acompanhados de Guga Cristiano na guitarra, Liel Phanta no baixo e Flávio Carvalho no violão.
Em seu primeiro trabalho oficial, a banda deixou de lado tudo que se define como preconceito musical e descobriram coisas novas a cada instante que se reuniam para elaborar alguma coisa no estúdio. Com sons eletrônicos, ritmos brasileiros, guitarras pesadas e loops, criaram músicas bem elaboradas, radiofônicas e dançantes encerrando a fase da busca de ser uma banda de pop rock com a cara brasileira. Isso foi possível porque Edmilson, Guinho e Fagner mesclaram grooves de rock com o swing do samba, além de explorar muito bem as baladas em uma linguagem popular.

Conttemporanea finaliza disco e mostra que o rock não morreu!
Eles são da Baixada Fluminense e mostram que o lugar não produz somente samba e funk, mas têm o bom e moderno rock. É assim a banda Conttemporanea formada pelos cariocas Edmilson Braga (produtor musical, tecladista e vocal), Guinho Alves (baterista) e Fagner Santos (voz) conseguiram com dois anos de estrada mostrar sua música com competência, inovação, energia e feeling.
“Estamos á doze anos na música. Aliás, o grupo tem três anos de vida, mas a gente já vem trabalhando há muito tempo” Avisa Fagner.
Depois de doze anos fazendo parte do segmento musical profissional no Rio de Janeiro, o trio mostra os frutos que renderam durante esse período. Eles amadureceram profissionalmente e agora tem um compromisso dobrado com a música que é levada ao público fiel que se expande em cada dia pela Cidade Maravilhosa.
“Antes da Conttemporanea já trabalhava com música. Sou produtor musical. Antes da música fiz de tudo um pouco, fui segurança, balconista, estoquista… Outras que nem lembro”, confessa Edmilson Braga, músico do Seu Jorge, que como Fagner Carvalho, que tem o nome em homenagem ao cantor Cearense que diz: “Já trabalhei com música, mas nunca ganhei dinheiro. Agora pretendo ter este prazer”. Completando, o baterista Guinho que também tem trabalhado muito na arte musical declara: “Sempre trabalhei com música mais já ralei muito também assim como qualquer músico no Brasil”.
Em seu primeiro trabalho oficial, a banda deixou de lado tudo àquilo que se define como preconceito musical e descobriram novas coisas em cada instante que se reuniam para elaborar alguma coisa no estúdio. Com sons eletrônicos, ritmos brasileiros, guitarras pesadas e loops, criaram músicas bem elaboradas, radiofônicas e dançantes encerrando a fase da busca de ser uma banda de pop rock com a cara brasileira. Isso foi possível porque Edmilson, Guinho e Fagner mesclaram grooves de rock com o swing do samba, além de explorar muito bem as baladas e uma linguagem popular.
A proposta da Conttemporanea é apresentar ao mercado fonográfico uma banda bem diferente em termos de estilo e conceito.
“O nosso repertorio foi feito dentro de um planejamento muito louco. Nós ouvimos de tudo! Do brega ao pop, do rock pesado ao samba.
O que nós queríamos na verdade, era alcançar o público de um modo geral. Queríamos fazer um trabalho sem rótulos onde todos pudessem ouvir e se identificar com o nosso som, das letras aos arranjos. Não importa. Gostamos muito de misturar coisas novas com antigas. Toda a qualidade musical foi crescendo e as idéias se encontrando em cada música”, define Guinho.
A Conttemporanea tem seus componentes bastante requisitados no meio. Edmilson possui no currículo várias gravações e arranjos com a Banda Brasil e Seu Jorge no disco América Brasil. Guinho e Fagner passaram por inúmeras bandas e a Banda Brasil, que os projetaram na música desde então. Vamos aguardar o disco que deve sair em alguns dias. Pelo que escutei posso afirmar que é muito bom! (Elias Nogueira)






